
Detalle de las seis últimas lineas:
Como Comisarios nombrados por al Diputación hemos reconocido esta cuenta y la hallamos arreglada y conforme con sus documentos, mereciendo por lo mismo la aprobación correspondiente. Oviedo, Agosto 6 de 1793. Bernardo Estrada = Ignacio Florez.
CERVANTES E A CONTADURÍA MAIOR (Resumen de un artículo de Ramón Muñoz)

Há uma peripécia na vida de Cervantes, que os biógrafos conhecem muito bem mas que não sucede assim com as gentes que vivemos no meio da Fazenda e dos Tribunais de Contas (CONTADURÍAS). Peripécia que obedece, em minha opinião, ao fato de que “Cervantes era filho do Quijote” e não ao inverso, como assegurava Unamuno, já que depois de de ela se esconde ao afã de Cervantes de chegar a ser servidor público permanente dentro do âmbito da Fazenda.
Cervantes foi nomeado no ano 1588 comissário do Rei, por comissão do Prefeito Valdivia, para sacar trigo na cidade de Écija e fabricar com ele bolo destinado ao abastecimento da Armada invencível. Em 1589, prestou Cervantes uma conta “de gastos miúdos que fiz na moenda que tive na cidade de Écija”e na que se equivoca, e se equivoca em sua contra -¡Poeta ao fim, senhor, e inimigo das matemáticas!, diz Astrana Marín-.
A história de Cervantes com os Contadores de Fazenda (o que agora seria o Tribunal de Contas), é uma história desgraçada que lhe leva em duas ocasiões ao cárcere pelos erros e os fatos de outros.
A primeira, a prisão de Castro do Rio, parece que foi todo um embrulho, no que Cervantes é envolto por ordem do Corrigidor de Écija, e que, conquanto não se sabe quantos dias deu com Cervantes no cárcere, deveram de ser muito poucos, pois por aquelas datas, 21 de Setembro de 1592, se lhe notifica a Sentença do Juiz ante a que apela Cervantes e parece que “foi solto sob fianças”. (Traduçao de Antonio Arias, estudante de portugués nas aulas noturnas).
[...]
Comentarios recientes